Alunos, encarregados de educação, professores e diretores de diversas escolas da Região reuniram-se, quarta-feira (22 de maio), nos jardins da Quinta Magnólia, para festejar o êxito das séries 2023/2024 dos suplementos “Ponto e Vírgula” e “A Tua Vez”.
Na verdade, não faltaram motivos para tantos sorrisos, pois ali estavam os atores e autores de dezenas de trabalhos, nas áreas da comunicação e da arte, publicados no Diário de Notícias da Madeira, para uma justa homenagem em forma de prémios, patrocinados pelo Plaza Center Madeira. Uma e outra instituição, parceiras da Secretaria Regional de Educação, Ciência e Tecnologia nestes projetos, ajudaram, ao longo de quase uma década, 1283 e 2530 alunos a dar largas à sua imaginação, talento e ambição, respetivamente, nas páginas do “A Tua Vez” e “Ponto e Vírgula”.
A qualidade transpirada pelos estudantes foi elogiada pelo Presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, que fez questão de voltar a marcar presença no convívio maior dos estudantes envolvidos no “Ponto e Vírgula” e no “A Tua Vez”. «Demos início a este projeto em 2015 e, com as parcerias estabelecidas, tem sido de sucesso e de grande mérito», relevou o Presidente, dirigindo um cumprimento especial ao corpo docente das escolas. «O nosso ensino está a progredir e a se desenvolver em todos os aspetos e isso deve-se, sem sombra de dúvida, ao empenho e à dedicação dos professores e de quem dirige as escolas», elogiou Albuquerque, enfatizando a «estabilidade no quadro docente» para o alcance de bons resultados na Educação. «A preparação, a formação e a educação são aquilo que de melhor podemos dar aos nossos filhos e aos nossos netos», assegurou o governante.
Aos estudantes, Miguel Albuquerque deixou um conselho. «Hoje a criatividade é fundamental e decisiva nos percursos profissionais, porque a criatividade tem a ver, na maioria dos serviços e bens que são disponibilizados no mercado, com o valor acrescentado. Um bom profissional tem de ter a capacidade de criar valor acrescentado naquilo que produz e isso exige algo mais do que o simples conhecimento especializado. Essa criatividade é algo que emana da capacidade de sonhar e, sobretudo, de entender o mundo em que se vive. Estamos inundados de “fakes” e a única forma de as combater é ter espírito crítico e saber distinguir aquilo que é verdadeiro e aquilo que é falso», concluiu.